quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Trocar o carro pela bicicleta? Quando vale a pena?

Com o combustível mais caro e um trânsito intenso e caótico, é comum pensar em trocar o carro pela bicicleta. Vale a pena? Para muitas pessoas pode ser uma boa saída econômica. Mas nem todos os casos são válidos. Avalie a seguir com mais informações.




Bicicleta ou carro, eis a questão

A mídia anda se voltando para uma questão importante ultimamente: o excesso de carros e motos nas ruas. Isso significa mais poluição sonora e do ar, mais trânsito, mais tempo para chegar em casa com engarramento e em muitos casos mais risco de assalto. 




A bicicleta vem para se tornar uma alternativa verde muito interessante. Ela usa força humana e com isso incentiva a prática de exercícios, além de não poluir o ambiente. Há muitos pontos positivos em um meio de transporte que existe há muito mais tempo. 

Andar de bike possui muitos pontos positivos

A bicicleta sempre foi um grande companheiro do homem para encurtar distâncias ao longo de anos. Hoje ela volta a ficar na moda e a gente sabe porque: vai muito além de um transporte sob rodas. 

A energia limpa do veículo faz muitas empresas e órgãos públicos incentivarem sem uso. Mas o maior motivador mesmo é não usar combustível. É apenas a energia humana a responsável pela movimentação. Quais mais rápido pedalar (e ainda malhar pernas) mais rápido deve chegar ao destino final. 

Não dá para esquecer o uso de combustível, em especial com os recentes aumentos. A bicicleta pode fazer o mesmo percurso em pouco tempo, sem parar em todos os sinais e muito mais em conta. Manutenção de bike também é bem mais barata.

Quem não pensou apenas na economia pode começar a repensar seu carro. Há impostos e taxas a serem pagas para ter um carro na garagem. Moradores das terras cariocas pagam o IPVA RJ entre os mais caros do Brasil. E é um gasto fixo, anual. 

Em alguns momentos o carro é melhor

Em contrapartida nem sempre é bacana dar preferência a uma bike ou depender apenas deste meio de transporte. Um dos maiores problemas é a facilidade do furto. Leve, portátil e segura em estacionamento apenas com um cadeado, a quantidade de furtos é enorme. 




Nem todo dia é bacana andar de bike. Cidades com inverno chuvoso vão tornar o dia do amante da pedalada um terror. Não adianta uma capa, é chuva intensa e molhando o sapato. 

A atenção deve ser redobrada nas ruas. Nem todo motorista respeita a bicicleta. Em muitas cidades não há a faixa exclusiva e isso pode ser um problema. Deve-se tentar diminuir os danos com sinalização do próprio pedaleiro, por exemplo. 

Quem mora muito longe do trabalho e quer usar o veículo de duas rodas como meio principal de transporte também deve repensar a ideia. O desgaste físico sem uma preparação com treino de força pode causar lesões graves. 

Também não é dos veículos mais rápidos em caso de atrasos ou a necessidade de voltar para casa mais cedo. Deve-se contar o cansaço físico também. 

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